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Prefeitura e MEC discutem escola cívico-militar; programa vai começar em 2021

Agência Sorocaba
Postado em: 30/11/2020

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A prefeita Jaqueline Coutinho se reuniu na manhã desta segunda-feira (30) com o coordenador regional sudeste do Programa das Escolas Cívico-militares (PECIM), Cel. Afonso Celso Nithack, para definir detalhes técnicos da implantação do programa do Ministério da Educação (MEC).

À tarde, o Cel. Nithack, o secretário da Educação, Wanderlei Acca, e a gestora de Desenvolvimento Educacional, Thaís Helena de Moraes, realizarão uma visita de acompanhando técnico na E.M. “Matheus Maylasky”, unidade escolar contemplada pelo programa.

De acordo com o MEC, haverá uma capacitação para a diretoria da escola e membros da gestão da Secretaria Educação a fim de alinhar as propostas que o programa traz. O programa terá início já no período letivo de 2021.

Participaram da reunião desta manhã, além de Wanderlei Acca, da Secretaria Jurídica (Saj), Gabriel Abizaid David, e de Comunicação (Secom), Tânia Franco.

O programa

O Programa Nacional da Escola Cívico-Militar é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério da Defesa. O programa, que é gratuito, tem como norte um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa que contará com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares.

De acordo com o MEC, o programa visa contribuir com a qualidade do ensino na educação básica, além de propiciar aos alunos, professores e funcionários e uma atuação focada na melhoria do ambiente e da convivência escolar.

O programa tem como ações a participação de atos cívicos, o desenvolvimento de espírito de civismo e patriotismo, estímulo de atitudes e elaboração e execução do ‘Projeto Valores’ que, segundo o MEC, estará em consonância com o Projeto Político Pedagógico (PPP) da unidade escolar.

Além de colaborar com as atividades educacionais, uma das ações é a implantação de um laboratório de Ciências e Informática. O programa contará com um monitor para acompanhamento das atividades fora de sala de aula, bem como a entrada, saída e intervalo dos estudantes. Os militares não ocuparão cargos dos profissionais da educação. Não haverá alteração no conteúdo das disciplinas, pois será seguida a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

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