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Sorocaba tem novo fluxo de atendimento a pessoas com problemas respiratórios; UPH Zona Leste vira referência

Foto: Divulgação/Secom
Postado em: 03/04/2020

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Em coletiva realizada na tarde desta sexta-feira (3), no Paço Municipal, a prefeita de Sorocaba, Jaqueline Coutinho (PSL), anunciou um plano de contingência e combate ao novo coronavírus (Covid-19) e detalhou as medidas que serão adotadas de forma imediata. Uma das ações será um novo fluxo de atendimento nas Unidades de Urgência e Emergência para pessoas com problemas respiratórios a partir da próxima segunda-feira (6).

 

O médico responsável pela Coordenadoria de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, Fernando Brum, apresentou o novo fluxo de atendimento nas Unidades de Urgência e Emergência. A partir da próxima segunda, a unidade referência em pacientes com sintomas respiratórios (suspeitos da Covid-19) será a UPH Zona Leste.


Além da UPH Zona Leste, os Pronto-Atendimentos São Guilherme, Laranjeiras, Brigadeiro Tobias e a UPA Éden, também atenderão esses pacientes, por estarem em locais distantes da cidade e para evitar grandes deslocamentos destes moradores. As UPHs Norte e Oeste ficarão com o papel de atender pacientes adultos e infantis sem problemas respiratórios.


Segundo Brum, este fluxo é a primeira etapa do plano de contingência, e poderá haver mudanças no fluxo de atendimentos da cidade, conforme a necessidade observada na assistência de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde). “Planejamos cinco etapas diferentes. Quando a capacidade de atendimentos da primeira atingir 50%, iniciaremos a preparação da segunda etapa. Somente partiremos para a próxima etapa quando a capacidade atingir 75%”, explica Brum.

 

Hospital de campanha e EPIs

 

Segundo Jaqueline, o contrato para a implantação da estrutura do hospital de campanha na Arena Multiuso foi assinado nesta sexta. Para tanto, a prefeitura vai investir R$ 850 mil na estrutura.


Ainda segundo a prefeita, o município também pretende realizar a compra de dois milhões de máscaras de proteção aos profissionais de saúde, álcool em gel 70%, bem como outros insumos, bens e serviços. Ela também afirmou que os equipamentos de proteção ainda não chegaram, pois há comprovada falta no mercado. “As empresas não estão dando conta da demanda”, afirma.

 

Para ela, o número de casos registrados na cidade não é maior graças "às medidas tomadas pelo Poder Público". “Fomos a primeira cidade da região a decretar o estado de emergência e na sequência o estado de calamidade”, lembra.

 

O secretário da Saúde, Ademir Watanabe, destacou que é importante continuar seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, principalmente o isolamento social. “É claro que queremos passear, ir ao shopping, mas ainda é o momento de continuarmos em casa e, assim, evitar a disseminação do vírus”, prega. “Não pode haver relaxamento.”

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