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Fabíola se manifesta após vereadores flagrarem remédios vencidos em farmácia de alto custo

Foto: reprodução
Postado em: 21/05/2021

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Vereadores de Votorantim flagraram medicamentos vencidos durante uma incerta feita em uma farmácia de alto custo, nesta quinta-feira (20). 

 

Após o ato, os funcionários do local foram à delegacia e registraram boletim de ocorrência contra os parlamentares. 

 

A prefeita Fabíola Alves, em vídeo, afirmou que "a visita [dos vereadores] aconteceu de forma grosseira com os funcionários". Ela ainda coloca que os parlamentares "entraram sem autorização, mexeram nos armários e tiraram lacres de caixas de remédios psicotrópicos que, depois de lacradas, não podem mais ser violadas". "Foi algo que excedeu os limites. Uma coisa é fiscalizar e outra é a grosseria, falta de respeito e a invasão do espaço de trabalho dos funcionários", esbravejou.

 

Segundo a prefeita, a compra dos medicamentos foi feita em "volume alto e perto da data de vencimento pela gestão passada", por isso, já está abriu sindicância para apurar os fatos e, inclusive, relatou isso ao Ministério Público em 5 de março deste ano.  "Os vereadores foram lá para atribuir a mim uma culpa que é da gestão passada. Não vou ficar recebendo culpa que não é minha", declara a chefe do Executivo. "Iremos incinerar esses medicamentos aos poucos, pois isso também tem custo", explicou ela.   

 

Conforme os parlamentares Ita, Gaguinho e Luciano Silva, em um vídeo feito pelo trio, atrás de um armário na farmácia de alto custo havia uma caixa com cerca de três espécies de medicamentos vencidos. "Graças a Deus quebramos o veto que impedia o vereador fiscalizar o órgão público. Fomos fiscalizar e nos encontramos com essa barbaridade de verba pública sendo jogada no ralo", diz Gaguinho. 

 

"Nossa preocupação é saber se esses medicamentos vêm do Estado com data de validade vencida ou o município está deixando vencer. Todo medicamento que está lá, infelizmente vocês sabem, é nosso dinheiro", completa Ita. 

 

"Segundo relato das servidoras do local, esses remédios chegaram à véspera do vencimento e a distribuição não é feita. Questionaremos a Administração Municipal e o Governo do Estado de São Paulo", finaliza Luciano Silva. 

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