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E-Título permite acesso rápido e fácil aos serviços da Justiça Eleitoral via celular ou tablet

Foto: reprodução
Postado em: 12/05/2022

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Lançado em 2018, o e-Título transformou a vida do eleitor ao permitir o acesso rápido e fácil à Justiça Eleitoral via celular ou tablet. Mais do que um aplicativo para a obtenção da via digital do título, que substitui o documento em papel e dispensa a impressão de uma segunda via, o app funciona como uma central de prestação de serviços por dispositivos móveis.

 

O aplicativo é gratuito e disponibiliza uma série de informações e de serviços. Além da via digital do título e da apresentação de justificativa eleitoral, o app permite a emissão das certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais; o acesso e a emissão de guia para o pagamento de multas; a consulta ao local de votação; e a inscrição como mesário voluntário, entre outras funcionalidades. Tudo isso sem a necessidade de ir pessoalmente ao cartório.

 

O e-Título reúne dados eleitorais do cidadão e é o documento digital oficial mais baixado do país, com mais de 25 milhões de downloads desde o seu lançamento. Até o mês de abril, o app contabilizava 25.337.303 downloads. São Paulo lidera o ranking, com 7.166.699 downloads, seguido pelo Rio de Janeiro (2.423.000), Minas Gerais (2.092.152), Bahia (1.596.289), Paraná (1.511.301) e Rio Grande do Sul (1.295.712).

 

De volta

 

O acesso ao e-Título ficou temporariamente indisponível em razão do alto volume de solicitações na reta final do fechamento do cadastro eleitoral para as Eleições Gerais de 2022, quando a Justiça Eleitoral priorizou os atendimentos no Título Net. Isso aconteceu porque o e-Título não se destina a operações de alistamento, transferência ou revisão dos dados do cadastro eleitoral, o que é feito pelo Título Net.

 

Com o encerramento do cadastro no dia 4 de maio, o acesso ao e-Título já esta normalizado. O aplicativo pode ser baixado em qualquer nas plataformas Android ou iOS e está disponível para download no Google Play e na App Store.

 

Para utilizá-lo, o eleitor deve inserir o número do título ou do CPF, nome, nome da mãe e do pai e data de nascimento e seguir os passos indicados. Com o aplicativo em mãos, a pessoa tem no celular ou tablet todos os dados eleitorais sempre seguros e disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título.

 

Nova versão

 

O TSE começou a testar uma nova versão para o aplicativo e-Título. Por enquanto, apenas 5% dos 25 milhões de usuários do aplicativo serão escolhidos aleatoriamente para testar a versão beta. O objetivo é validar e disponibilizar, paulatinamente, a nova versão para todo o eleitorado até as eleições gerais deste ano, em outubro.

 

Entre as inovações implementadas, estão o aprimoramento da conferência dos dados do eleitor com biometria, a redução do impacto nos serviços em períodos de grande procura e uma nova central de notificações, que permitirá o registro histórico dos avisos recebidos pelo usuário.

 

A versão também avançou no quesito acessibilidade, adotando cores e adaptações que facilitam a visualização por pessoas com alguma deficiência visual, como o daltonismo, por exemplo.

 

A nova opção “Cartório Lotado” permitirá um controle de fluxo de acesso nos principais serviços ao eleitor. Caso haja grande número de solicitações, o usuário entrará numa espécie de fila de espera e, quando tentar novamente acessar o serviço, terá preferência no atendimento.

 

Identificação

 

As pessoas que têm a biometria coletada pela Justiça Eleitoral podem utilizar o aplicativo e-Título como forma de identificação. Caso o eleitor já tenha feito o cadastramento biométrico (cadastro das impressões digitais, fotografia e assinatura), a versão do app virá acompanhada da foto do eleitor, facilitando a identificação na hora do voto. Se a conferência das digitais tiver bom desempenho nos testes, é possível que a exibição da foto fique restrita a quem passou por esse processo de verificação no aplicativo.

 

Contudo, se ainda não tiver feito o cadastramento, a versão do e-Título será baixada sem fotografia. Nesse caso, o eleitor deverá levar outro documento oficial com foto para se identificar perante o mesário para votar. No dia da eleição, o aplicativo também informa o local de votação, inclusive utilizando a integração com o Waze e o Google Maps.

 

A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores baixem o aplicativo antecipadamente para evitar eventuais “filas virtuais” nos dias que antecedem o pleito e que podem comprometer a qualidade da conexão em virtude da grande quantidade de acessos simultâneos.

 

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