Por Celso ‘Marvadão’ Ribeiro

Por atuarem no limite entre a vida e a morte, com capacidade para salvar, alguns médicos pensam que são Deus. Com o dom da onipotência e da onisciência.

Uns e outros já se sentem também onipresentes, portadores do dom da ubiquidade. Isto é, tentam ao mesmo tempo estar em três lugares: no hospital público, no consultório particular e no lazer. O problema é que as câmeras não conseguem ser tríplices.

Um dia isso acontecerá de fato: quando a clonagem humana for uma realidade prática. Aí vai dar para botar cópias da gente para trabalhar, enquanto o original só fica no bem-bom.