Por Celso ‘Marvadão’ Ribeiro

Libertem o copo! Tragam o copo! Apresentem o copo!

Ai, ai, eu sempre digo que toda manchete é meia piada. Difícil é encontrar a outra metade.

Eu gosto de tirar leite de pedra. Procurar humor onde ele não existe. Às vezes dá certo.

Para segurança máxima do país, Lula para presidente! Presidente Bernardes, Presidente Wenceslau…

O povo vai entrar com pedido de habeas corpus preventivo e coletivo contra todos os candidatos.

“In dubio, pro reo”? Que réu, que nada!. No caso, na dúvida, pró população! Livrem-nos dos políticos preventivamente! Que acham, nobres causídicos?

O que foi isso de fazer cerimônia em homenagem ao encerramento do Hospital Psiquiátrico Vera Cruz? Napoleão Bonaparte não compareceu.

Acabou a farra desses hospitais, que ganharam muito dinheiro por aqui.

No fim, quem teve que pagar o pato foi a Prefeitura, no governo Pannunzio. Assumiu a encrenca dos últimos dias dos hospitais, já que a União e o Estado tiraram da reta..

Sei lá. O TAC da Justiça pode virar TOC. Será que as comunidades terapêuticas darão conta do recado? Toc-toc

Uma curiosidade do Hospital Vera Cruz: ao lado dele havia uma fábrica de parafusos. Parece piada pronta, mas tinha mesmo. Não sei se a fábrica jogava parafusos para dentro do manicômio, na hora da reposição de peças dos equipamentos internos….

O fim do Vera Cruz e de outros hospitais trazem dois palavrões do psiquiatrês: DESOSPITALIZAÇÃO e DESINSTITUCIONALIZAÇÃO.

Putzgrila! Que loucura!

Você é velho de Sorocaba se já ouviu falar a sorocoisa “Teixeirão” dita para algum amigo que não batia bem da cabeça ou não falava coisa com coisa. Alusão ao Hospital Teixeira Lima.

Eu sei, é falta de respeito. Mas eu não estou aqui para praticar o politicamente correto. Apenas faço registros antropológicos do nosso jeito de falar.

Eheh.