sorocaba, 21 de Maio de 2013 - 05h38

Mudança de hábitos alimentares na família

Os filhos passam por diferentes fases na alimentação. De acordo com a nutricionista Márcia Mendes, a preocupação dos pais e educadores é importante, pois os índices de obesidade e outras doenças associadas à má alimentação crescem no público infanto-juvenil.
Ipanema Online


Mudança de hábitos alimentares na família Divulgação

O comportamento da família em relação à alimentação pode também influenciar a não aceitação de alimentos mais saudáveis como: cereais integrais, frutas, hortaliças, etc.
Alguns hábitos podem ser na modificados na rotina, de acordo com Márcia. 
• Deixar intervalo das refeições irregular, muito curto e cheio de “beliscos”; • Ceder trocas erradas de refeições por lanches ou guloseimas; • Prometer que ganharão doces, chocolates ou salgadinhos se comer tudo e assim acabam supervalorizando as guloseimas e então elas se tornarão sempre mais importantes!! • Incentivar o consumo de fast food; • Deixar alimentos como bolachas recheadas, macarrão instantâneo, etc na dispensa para consumo; • Repetir o cardápio sempre, enjoa as crianças; • Ficar ansiosa (o), interfere na vontade de comer do filho; • Não respeitar horários de alimentação e sono das crianças pode interferir também; 
Uma alimentação mais saudável 
A introdução da alimentação saudável para as crianças, com frutas e hortaliças é uma luta constante, afirma Márcia. “Se você se importa com a saúde da sua família, faça parte do processo de educação alimentar dela, é fundamental seu envolvimento”, afirma. Para isso, ela fornece mais dicas. 
• Estabeleça rotina e horário para as refeições, eles precisam de5 a6 refeições /dia; • Não troque refeição por outros alimentos. Se não quiser comer, ofereça a mesma comida depois de30 a40 minutos; • Limite a ingestão de líquidos durante a refeição, facilmente eles substituem a comida pelos sucos ou refrigerantes; • Esqueça artimanhas e promessas, você valoriza os prêmios e torna a comida um castigo! • Seja firme, mas não extremamente inflexível radical. Às vezes um chocolatinho fora de hora pode ser divertido e gostoso; • Criança pequena tem estômago pequeno também, não encha muito o prato, seu filho pode ficar saciado só de olhar; • Diminua a frequência de ida aos fast foods, negocie e cumpra! • “Aviãozinho”, televisão, vídeos duram pouco, faça o momento do comer um horário agradável, que jamais será esquecido; • Varie o cardápio, com preparações novas, cores diferentes, coma junto com seus filhos; • Visite o pediatra para avaliar de a falta de apetite ou excesso dele é mesmo comportamental ou orgânica. • Observe com frequência o comportamento, peso, pele, cabelo, disposição da criança ; • Leve a criança para cozinha, e estimule a preparar o próprio alimento, isto traz autonomia e confiança e assim eles se interessam em experimentar preparações novas; • Se precisar, peça ajuda do profissional nutricionista ou do pediatra para orientação e avaliação.



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