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O comportamento da família em relação à alimentação pode também influenciar a não aceitação de alimentos mais saudáveis como: cereais integrais, frutas, hortaliças, etc.
Alguns hábitos podem ser na modificados na rotina, de acordo com Márcia.
Deixar intervalo das refeições irregular, muito curto e cheio de beliscos; Ceder trocas erradas de refeições por lanches ou guloseimas; Prometer que ganharão doces, chocolates ou salgadinhos se comer tudo e assim acabam supervalorizando as guloseimas e então elas se tornarão sempre mais importantes!! Incentivar o consumo de fast food; Deixar alimentos como bolachas recheadas, macarrão instantâneo, etc na dispensa para consumo; Repetir o cardápio sempre, enjoa as crianças; Ficar ansiosa (o), interfere na vontade de comer do filho; Não respeitar horários de alimentação e sono das crianças pode interferir também;
Uma alimentação mais saudável
A introdução da alimentação saudável para as crianças, com frutas e hortaliças é uma luta constante, afirma Márcia. Se você se importa com a saúde da sua família, faça parte do processo de educação alimentar dela, é fundamental seu envolvimento, afirma. Para isso, ela fornece mais dicas.
Estabeleça rotina e horário para as refeições, eles precisam de5 a6 refeições /dia; Não troque refeição por outros alimentos. Se não quiser comer, ofereça a mesma comida depois de30 a40 minutos; Limite a ingestão de líquidos durante a refeição, facilmente eles substituem a comida pelos sucos ou refrigerantes; Esqueça artimanhas e promessas, você valoriza os prêmios e torna a comida um castigo! Seja firme, mas não extremamente inflexível radical. Às vezes um chocolatinho fora de hora pode ser divertido e gostoso; Criança pequena tem estômago pequeno também, não encha muito o prato, seu filho pode ficar saciado só de olhar; Diminua a frequência de ida aos fast foods, negocie e cumpra! Aviãozinho, televisão, vídeos duram pouco, faça o momento do comer um horário agradável, que jamais será esquecido; Varie o cardápio, com preparações novas, cores diferentes, coma junto com seus filhos; Visite o pediatra para avaliar de a falta de apetite ou excesso dele é mesmo comportamental ou orgânica. Observe com frequência o comportamento, peso, pele, cabelo, disposição da criança ; Leve a criança para cozinha, e estimule a preparar o próprio alimento, isto traz autonomia e confiança e assim eles se interessam em experimentar preparações novas; Se precisar, peça ajuda do profissional nutricionista ou do pediatra para orientação e avaliação.