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VÍDEO - Sorocaba regride para a Fase Laranja, determina Governo Doria

Foto: reprodução
Postado em: 08/01/2021

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Com informações de Natália Cancian, FOLHAPRESS


O Governo Doria anunciou há pouco a regressão da região de Sorocaba para a Fase Laranja do Plano São Paulo, devido a alta de internações, mortes e casos confirmados da Covid-19. 


Assista o vídeo abaixo


O anúncio foi feito por meio da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen. Outras regiões que também regrediram de fase foram: Marília, Presidente Prudente e Registro.


Na atual Fase Laranja, há ampliação das atividades permitidas para todos os setores, com capacidade de atendimento limitada de 20% para 40%, funcionamento de 4 horas para 8 horas/dia. Parques estaduais podem ser abertos, há proibição de atendimento presencial em bares e restrição de atendimento presencial até 20 horas.


Até então, Sorocaba se encontrava na Fase Amarela.


Com a decisão, todos os 48 municípios do DRS XVI (Departamento Regional de Saúde) devem regredir no Plano SP, entre eles Votorantim, Alumínio, Mairinque, Araçoiaba da Serra, Itu, São Roque, Boituva e Araçariguama etc.


Conforme o Secretário Estadual da Saúde Jean Gorinchteyn, na 17ª classificação do Plano SP, 90% da população encontra-se na Fase Amarela e 10% na Fase Laranja. 


Assista

 

Casos da doença em Sorocaba e no estado 


Somente neste mês de janeiro, até o dia 7, Sorocaba registrou 22 mortes pela doença. Em números acumulados, são 27.381 casos confirmados, 26.336 recuperados e 585 óbitos. Os hospitais da cidade, tanto os particulares quanto os públicos, têm registrado cada vez mais ocupação de leitos. 


O Estado de São Paulo registrou nesta quinta, também no acumulado, 47.768 óbitos e 1.515.158 casos confirmados de Covid-19. 



Vacina do Butantan


O Instituto Butantan pediu oficialmente à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nesta quinta-feira (7) autorização para uso emergencial, no Brasil, da vacina Coronavac, nome dado à vacina contra Covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e que, no Brasil, é fabricada pelo laboratório paulista.

Esse é o primeiro pedido de autorização para que uma vacina possa ser aplicada no país. 


Agora, a Anvisa terá dez dias para analisar os dados.

A solicitação ocorre um dia após o instituto iniciar uma série de reuniões de pré-submissão dos dados à agência –espécie de pontapé para o pedido de aval.


Conforme antecipou o jornal Folha de S.Paulo, o Butantan divulgou dados que mostram que a vacina teve eficácia de 78% nos estudos finais feitos no Brasil.

O percentual se aplica à prevenção de casos leves da doença. Casos moderados e mortes foram completamente evitados no estudo, que teve dados revisados na Áustria pelo Comitê Internacional Independente.

Nesta quinta, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que a pasta assinou um contrato com o Butantan para compra de 100 milhões de doses da Coronavac. Segundo o ministro, o contrato prevê que as primeiras 46 milhões de doses sejam entregues até abril, e que o restante (54 milhões) seja repassado pelo instituto paulista ao governo federal no decorrer do ano.

A medida ocorre após idas e vindas em acordos envolvendo a vacina.


A vacina Coronavac esteve nos últimos meses no centro de uma guerra política entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador paulista, João Doria (PSDB), que são adversários para a eleição de 2022.

Em outubro, o Ministério da Saúde chegou a divulgar que compraria 46 milhões de doses da Coronavac, mas recuou após interferência do presidente. "Não será comprada", disse Bolsonaro, sobre o que chamou de "vacina chinesa do João Doria".

O imunizante voltou a ser citada no plano nacional de vacinação contra a Covid-19 no fim de dezembro.


Uma edição extra do "Diário Oficial da União" com uma dispensa de licitação para aquisição da vacina no valor de R$ 2,7 bilhões também foi publicada nesta quinta. 


A previsão é que cada dose da vacina do Butantan custe pouco mais de US$ 10 -são necessárias duas para a vacina ter eficácia.

Ao fazer o anúncio, Pazuello afirmou ainda que toda a produção do Butantan será incorporada ao PNI (Plano Nacional de Imunização).

O governo paulista já anunciou que pretende iniciar uma campanha de vacinação no estado com o imunizante no dia 25 de janeiro.

 

 

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