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Reabertura gradual do comércio será feita mediante achatamento da curva da covid-19, informa Jaqueline

Foto: Agência Sorocaba
Postado em: 23/04/2020

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A prefeita de Sorocaba, Jaqueline Coutinho, afirmou que a flexiblização para reabertura do comércio será feita sob respaldo técnico de áreas como a Saúde, por exemplo. A chefe do Executivo concedeu, nesta quinta-feira (23), entrevista, por telefone, ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan Sorocaba. 


"A flexibilização será feita na medida em que os órgãos técnicos de saúde, dentro de parâmetros técnicos-científicos liberem", frisou. "Aqui não trabalhamos de aspectos meramente políticos. Somos pautados em aspectos técnicos, enquanto tivermos a segurança jurídica e sanitária na área da saúde a possibilidade de flexibilidade do comércio, manter estagnada a curva de casos, sem evolução, taxa de leitos num padrão de aceitação. Hoje, temos faixa de 30% de leitos utilizados para a covid-19. Só existem restrições hoje por conta da evolução da doença", continuou. 


Questionada pelo apresentador José Roberto Ercolin sobre a razão de ter "flexibilizado a abertura de serviços comerciais", a prefeita negou a informação e disse que o que houve foi inserir na lista do município outras três atividades antes não previstas no decreto de estado de calamidade pública. "Não foi decretada flexibilização ainda. pode ser ao longo do dia, da semana, o governador vem programando, a prefeita também o faça. Nos moldes do decreto estadual, o município inseriu três atividades comerciais essenciais no momento. O que era possível não abrir há duas semanas, hoje é. Escritórios de advocacia, corretores, lojas de aviamento para confecção da máscara, que são obrigatórias, embora seja recomendação, e salão de beleza, demanda que entra na seara da saúde e higiene", informou Jaqueline. 

 

Embora haja essa liberação, ainda assim todos os estabelecimentos são fiscalizados e passíveis de multa caso não cumpram as medidas restritivas para funcionamento. Lojas de departamento e vestuário não têm autorização atualmente para abrir. "Podem ser multadas e ter o alvará cassado, além de sofrer processo por crime de desobediência", alertou a prefeita. 

 

Já sobre a prefeitura não incitar obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção respiratória, a prefeita declara que "na realidade, nós recomendamos a utilização de máscaras, assim como a OMS vem adotando essa recomendação em todos os países. Enquanto Poder Público, não se pode fazer medida imperativa, impositiva por não ter condições de fornecer máscaras para os 700 mil habitantes. Então, vem a recomendação para munícipes utilizarem essas máscaras".


O relaxamento do distanciamento social é algo que também preocupa a prefeita. "Observamos, nos últimos dias, que houve esse relaxamanto por parte da sociedade. Temos visto isso na mídia, na imprensa. Cabe a ela, sociedade, o distanciamento social para que evite contrair o vírus". 


"A sociedade tem o livre arbítrio e tem de pensar na coletividade. Eu mantendo o distanciamento, usando máscara em público, lavando as mãos, usando álcool em gel estou protegendo meus pais, filhos, esposa, marido. É isso o que tem de acontecer". 

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