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Polícia Civil prende cinco suspeitos de integrar ‘gangue do rolex’

Postado em: 27/03/2019

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A Polícia Civil, por meio do 3º Distrito Policial de Sorocaba, prendeu, na cidade de Sumaré, cinco pessoas durante cumprimento de mandados de prisão realizado nesta manhã de quarta-feira (27). Elas são suspeitas de integrar uma quadrilha conhecida como “gangue do rolex”.

Segundo a ocorrência, foram expedidos quatro mandados de prisão temporária e busca. Todos os procurados, com idades entre 20 e 30 anos, foram presos e drogas e munições apreendidas. O grupo é suspeito de praticar roubos de relógios de luxo em Sorocaba e no interior do estado.

Além dos quatro presos, um quinto suspeito foi detido por estar em posse de munições e uma das motos utilizadas para a prática dos roubos dos Rolex. Todos foram encaminhados ao 3º DP para serem ouvidos e devem seguir para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Sorocaba.

Por fim, o cumprimento de mandados resultou em cinco presos, tráfico de entorpecentes, posse de munição, duas motocicletas apreendidas e objetos de interesse das investigações.

‘Gangue do rolex’

Em junho de 2017 cinco suspeitos de participar da “gangue do rolex” já haviam sido presos. À época, com eles, foram apreendidos um revólver, duas motos e um carro, além de relógios roubados. Os objetos apreendidos foram avaliados entre de R$ 50 mil e R$ 300 mil.

Já em março de 2018, a Polícia Civil do Paraná, em conjunto com a Polícia Civil de São Paulo, realizou cumprimentos de mandado de busca e apreensão contra uma quadrilha especializada em roubos de relógios de luxo. Um suspeito de ter participado de um dos crimes foi preso em Sorocaba.

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Foto: Mariana Martins/arquivo

À época, foram cumpridos mandados nas cidades paulistas Taboão da Serra, Embu, além da capital, Curitiba e até no estado do Rio de Janeiro. O grupo chegava a roubar relógios avaliados em R$ 70 mil. Aproximadamente 12 pessoas foram presas.

Entre os diversos carros oficiais estavam o da Polícia Ambiental e COPE (Centro de Operações Policiais Especiais) do Paraná, pertencente à Polícia Civil. Além dele havia viaturas também do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos), pertencentes a SP.

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