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Manga sugere convocar secretários por explicações sobre medidas ‘antiterrorismo’

Postado em: 27/03/2019

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O vereador Rodrigo Manga (DEM) encaminhou pedido à presidência da Câmara de Sorocaba para que convide os secretários municipais de Educação, André Gomes; de Segurança e Defesa Civil, Antonio Valdir, e de Relações Institucionais e Metropolitanas, Flávio Chaves, a comparecem ao Legislativo, a fim de prestarem esclarecimentos de ações realizadas pelo poder público quanto à segurança de alunos em escolas municipais.

Na última segunda-feira (18), Manga enviou ao prefeito José Crespo (DEM) e ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), um documento propondo a adoção de cinco medidas ‘antiterrorismo’, em caráter ‘emergencial’. O objetivo, segundo ele, é “ampliar” a segurança em escolas públicas e privadas, diante das últimas ameaças de atentado.

“Esses esclarecimentos dos secretários são necessários para tranquilizar a população sorocabana, sobretudo diante do acontecimento em Suzano, em que 10 pessoas morreram, e da ameaça registrada em Sorocaba, numa escola da rede Sesi”, diz Manga.

O vereador não descarta a possibilidade, diante da negativa dos secretários em comparecer ao Legislativo, de que sejam convocados para dar as devidas explicações.

Medidas ‘antiterrorismo’

O vereador sugere a instalação de câmeras de monitoramento em todas as unidades de ensino do município; instalação de detectores de metais; contratação direta (rede privada) ou por concurso público (rede pública) de profissionais de segurança, capacitados ao uso de arma de fogo e aparelhos de choque para contenção de possíveis ações criminosas nas unidades de ensino; implantação de sistema de controle de acesso e identificação de aluno, por meio de cartão magnético ou telemetria; cancelamento ou, ao menos, suspensão por tempo indeterminado do contrato de paisagismo cujo custo previsto é de R$ 45 milhões aos cofres públicos da Prefeitura de Sorocaba.

As propostas foram definidas ouvindo pais de alunos e especialistas em segurança. Manga cita a possibilidade da redução de 25% no valor de contratos já firmados pela Administração Municipal, conforme prevê a Lei de Licitações, o que justificaria o remanejamento de recursos para executar essas ações antiterrorismo.

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