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Bolor em teto de CEI faz bebê de 1 ano e 8 meses sofrer com alergia respiratória

Postado em: 01/04/2019

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Atualizado às 11h57

A mãe de uma criança de 1 ano e 8 meses denunciou, por meio das redes sociais, o estado de conservação de uma das salas do CEI 86 – Jorge Luis Prestes del Cistia, localizado na Vila Carvalho, em Sorocaba.

Por meio de imagens, ela mostra o teto de uma das salas tomado por mofo, provavelmente causado por goteira durante as chuvas no feriado de carnaval. “O tatame, os bebês conforto, e alguns colchões foram molhados. A sala ficou inteira embolorada”, alegou.

Questionada, a Secretaria de Educação informou que “a equipe técnica da Secretaria de Conservação, Serviços e Obras (Serpo) foi acionada para verificar o ocorrido e as necessidades serão programadas para execução de acordo com a possibilidade orçamentária da Sedu. Na unidade foram realizados serviços recentemente de limpeza de calhas, canaletas, manutenção nos postes externos, troca de lâmpadas e manutenção na caixa de gordura”.

Assim que viu a situação, a denunciante cobrou ações por parte da escola e foi informada que a sala foi limpa e higienizada com materiais de limpeza, como água sanitária. As crianças voltaram para a sala no dia 11 de março. “Aliás, uma sala que era uma antiga biblioteca e não possui nem armários para guardar as escovas de dentes, sabonete líquido, itens que temos de mandar todos os dias na mochila por falta de estrutura na sala de aula”, reclama.

As fotos abaixo mostram o estado da sala de aula na última sexta-feira, 29 de março.

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De acordo com ela, por conta do estado da sala, seu bebê passou a apresentar crises de alergia respiratória e teve de parar de frequentar a unidade escolar. “Ele ficou durante 15 horas em observação no hospital recebendo oxigênio, pois sua saturação estava muito baixa devido a uma crise alérgica fortíssima”, lamenta. “Atualmente ele já está bem melhor. Porém, não posso mandá-lo para não ter crise novamente, só pode voltar quando estiver tudo ok, enquanto isso, está ficando na casa dos meus pais, pois eu e meu esposo trabalhamos”, informa a denunciante.

Ainda de acordo com ela, um protocolo foi aberto no dia 13 de março, junto à Prefeitura de Sorocaba, para que fosse tomada providência quanto à situação. Entretanto, até esta segunda-feira (1), quase duas semanas após o registro, não houve resposta por parte do poder público.

A mãe disse ter voltado a entrar em contato com a escola na última quarta-feira (27) para perguntar se a sala já havia sido pintada e como estava a situação. “A resposta que tive foi que a calha já foi consertada e o problema não irá mais ocorrer, porém a pintura ainda não foi realizada por falta de verba, e que foi solicitada uma verba que demora mais ou menos duas semanas para ser liberada para que as paredes sejam pintadas”, esclareceu.

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