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Jaqueline não cumpre prazo e estudo será enviado ao Estado amanhã; Dória não vai mudar classificação

Agência Sorocaba
Postado em: 28/05/2020

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A prefeita Jaqueline Coutinho recebeu, no início da tarde desta quinta-feira (28), o estudo feito em parceria pela Secretaria da Saúde e pelo Comitê de Avaliação e Combate ao Coronavírus acerca da situação epidêmica no município. Segundo informações da Prefeitura, o documento deverá ser protocolado junto ao governo do Estado de São Paulo nesta sexta-feira (29).

Durante coletiva ontem (27) no Paço Municipal, a prefeita Jaqueline Coutinho (PSL) previa a apresentação hoje ao governo do Estado. A prefeita teve reunião virtual com o secretário de Habitação Flávio Amary, responsável pelo plano de retomada da atividade econômica para a região metropolitana de Sorocaba, mas não conseguiu apresentar o material.

Às Prefeituras que já apresentaram suas reivindicações, o governo de João Dória comunicou que uma revisão da classificação só deve ocorrer para o dia 15 de junho. Em entrevista para a rádio Jovem Pan, o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), disse que o governo não age com isonomia. “Por que aí não estão ouvindo a ciência”, argumentou. “Se é para ouvir a ciência, não é para liberar ninguém da Região Metropolitana”, defendeu.

O estudo é considerado determinante pela gestão municipal de Sorocaba para a reivindicação, junto ao Governo do Estado, da ascensão à Zona 3 do Plano São Paulo de flexibilização da atividade econômica em todo o estado. Sorocaba encontra-se na Zona 2 de uma escala de 5 fases. 

Neste patamar, a cidade poderá liberar, a partir da próxima segunda-feira, 1 de junho, o funcionamento de empresas de atividades imobiliárias; concessionárias de veículos; escritórios de toda natureza, comércio de rua e shoppings centers. A reabertura, contudo, impõe restrições como a limitação de 20% do público à área de cada empresa.

Na Zona 3 do Plano São Paulo, Sorocaba teria liberados, também, bares, restaurantes e similares, além de salões de beleza, com o aumento do percentual de atendimento para 40% da capacidade total dos espaços.

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