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Morador pede investigação contra prefeito: “Crespo tortura pessoas até a morte”

Postado em: 02/07/2019

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Um inusitado pedido de investigação contra o prefeito José Crespo foi protocolado na Câmara de Sorocaba, no último dia 24 de junho. O Ipa Online obteve acesso ao pedido e reproduz trechos da denúncia feita por um morador da cidade. Leia baixo.

O pedido está sob análise da Secretaria Jurídica. A Prefeitura de Sorocaba foi questionada pela redação e até o momento não houve retorno.

Solicitação feita pelo munícipe Alexandre Ferraz, o denunciante acusa ser “vítima de perseguição cruel e desumana” e que em sua cabeça “foi implantado um chip que, além de fornecer sua localização, permite que sejam enviadas informações de seu cérebro para um computador”.

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Ferraz, em documento entregue à Casa Legislativa pelo mesmo, alega que “José Antonio Caldini Crespo transformou algumas áreas de Sorocaba em campos de concentração, implantando chips em pessoas torturando estas pessoas de forma terrível até a morte”.

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Em outro trecho, o munícipe opina que “Sorocaba vive um tempo apocalíptico, o prefeito é satanás e seus assessores bruxos, os assessores levam ao prefeito as pessoas que devem ser assassinadas”.

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O denunciante, que afirma ser “torturado mentalmente todos os dias, dia após dia”, alega que sua mãe, de 79 anos, “também é vítima dessa mesma barbárie”.

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Argumentando o relatado acima, o denunciante afirma que o chefe do Executivo “infringiu o artigo 4º, do Decreto-Lei nº 201”, que trata sobre “infrações político-administrativas dos Prefeitos Municipais sujeitas ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação do mandato” e “proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo” ao “submeter cidadãos de Sorocaba à tortura e a um tratamento desumano”.

Em outro parágrafo, Ferraz destaca que a “Constituição do Brasil estabelece como uma das garantias fundamentais de todo cidadão a de que ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante”.

Já no fim, Ferraz faz menção ao julgamento feito pelos vereadores na Câmara ao citar um trecho da Bíblia. “Os que pervertem à Justiça são considerados filhos do diabo”.

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