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Eleições na Capital: Covas assume liderança, Russomano cai e Boulos sobe, diz pesquisa XP/Ipespe

Jovem Pan News
Postado em: 29/10/2020

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O atual prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB), que tenta a reeleição aparece como o candidato com maior número de intenções de voto para a Prefeitura de São Paulo na quinta pesquisa divulgada pela XP/Ipespe, nesta quinta-feira, 29. Covas oscilou dois pontos para cima em relação a semana anterior, indo de 25% para 27%, e estabeleceu distância de cinco pontos percentuais para o deputado Celso Russomano (Republicanos), que caiu de 27% para 22% das intenções de votos. Atrás dos dois, Guilherme Boulos (PSOL) subiu 4 pontos, passando de 12% para 16%, e Márcio França (PSB) manteve os 8%. Jilmar Tatto (PT) oscilou um ponto para mais e foi a 5%.

A pesquisa ouviu 800 eleitores paulistanos nos dias 26 e 27 de outubro. A margem de erro máxima é de 3,5 pontos percentuais e o registro é TSE SP 06526/2020. No levantamento espontâneo, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Covas seguiu ampliando sua vantagem numérica sobre os demais candidatos. Ele oscilou quatro pontos para cima e atingiu 20%, enquanto o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, assumiu o segundo lugar com 13% e o candidato do Republicanos atingiu 12%. Faltando 18 dias para o primeiro turno das eleições municipais, 78% responderam ter mantido a escolha do candidato desde o início da campanha e 14% disseram ter mudado de voto. Dos eleitores que migraram de intenção de voto, 27% tinham Russomanno como a escolha anterior e migraram para outro candidato ou decidiram anular/votar em branco.

Em eventual segundo turno entre Covas e Russomanno , o atual prefeito deixa para trás os empates técnicos das últimas semanas e venceria o candidato do Republicanos. Na simulação, Covas teria 50% (8 pontos a mais que na última semana) contra 37% de Russomanno (dois pontos a menos que no último levantamento). O candidato tucano se sobressai também contra Boulos (52% a 25%) e contra Márcio França (51% a 29%). A pesquisa mostra ainda que o efeito do apoio de outros políticos na escolha do candidato tem diminuído ao longo da campanha. O apoio de Jair Bolsonaro não altera a chance de escolha na hora do voto para 36% dos eleitores. O mesmo vale para o apoio de João Doria, que não tem influência no voto de 42%, e de Lula, que não altera a chance de 32% votarem em um candidato. Mesmo sem imunização contra a Covid-19, 83% dos eleitores confirmaram intenção de comparecer para votar no dia 15 de novembro, mas caiu de 70% para 65% o grupo que afirma ter intenção de tomar vacina.

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