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E o príncipe virou sapo, e a princesa, virou abóbora???

Postado em: 18/12/2018

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Calma, talvez o casal só esteja precisando de alguns ajustes no relacionamento!

Você já ouviu falar em TERAPIA DE CASAL?

Um dos primeiros sintomas que mostra que o relacionamento afetivo/amoroso se encontra em crise é a comunicação truncada, a conversa já não flui mais, não promove mais a reflexão do que um fala para o outro, ao contrário, toda conversa vira uma discussão com começo, porém sem fim ou sequer um “fechamento com acordo”!

Outros sintomas/sinais principais são: grosseria, intolerância, excesso de críticas, repetição de discussões do passado, vida sexual fria ou inexistente.

Nesse momento o ideal seria que o casal fosse em busca de um profissional habilitado para a realização de um processo terapêutico específico para casais. Muitas vezes a resistência de ambos ou uma das partes nessa busca leva o casal ao máximo de desgaste, mágoas e rancor que dificultam ainda mais a resolução dos conflitos.

No decorrer da convivência as diferenças vão se revelando e se os ajustes não são feitos a seu tempo vai se criando um abismo entre o casal, e assim se cria um distanciamento emocional e físico.

Por falta de maturidade e orientação até mesmo, os casais permitem que o individualismo tome conta da relação e não cuidam cada um de sua individualidade, ou seja, ao se cuidarem poderiam continuar a oferecer o seu melhor para o outro. Inicia –se a frustração do “casamento perfeito”, o que não existe e sim precisamos lutar diariamente pelo casamento saudável, e isso dá trabalho.

Entre os elementos que causam os desajustes são as diferentes fases por quais passam o casamento, como construção do patrimônio familiar, onde as vezes ocorrem desempregos, crises financeiras; nascimento dos filhos, e outros.

Então, a Terapia de Casais, busca uma reorganização dos conteúdos/histórico que os casais trazem, e a reflexão mediada do que realmente pode ter sido o fator desencadeante da crise e assim ajuda-los a restabelecer a comunicação, promover os ajustes, bem como também ajuda-los caso não seja mais possível continuar a relação, que essa seja desfeita de forma saudável, razoável e com um mínimo de consequências negativas, até por que, inevitavelmente, algumas não serão evitadas, porém poderão ser melhor resolvidas!

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