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Domingos de Oliveira e o fascínio contagiante pelas relações humanas

Postado em: 25/03/2019

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Erick Rodrigues

Sempre fui um admirador do cinema brasileiro, de uma sétima arte que transmita nossas cores, costumes, sentimentos. Pode parecer contraditório, mas é do olhar para um contexto aparentemente particular que se descobrem os pontos em comum, a universalidade, a humanidade. Foi em uma época de curiosidade pelo nosso cinema que cheguei a “Todas as Mulheres do Mundo”, até hoje considerado um clássico da filmografia nacional e a grande obra do cineasta Domingos de Oliveira, que morreu no fim de semana, aos 82 anos. Quem vê o filme pode pensar que, à primeira vista, trata-se apenas de um retrato do Rio de Janeiro boêmio da década de 60, mas, na verdade, o diretor usou essa ambientação para começar a discutir o tema que seria recorrente ao longo da carreira dele: as relações entre as pessoas.

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