Por Gabriel Bitencourt

Os avanços tecnológicos relacionados ao aproveitamento da energia solar para a produção de energia elétrica têm sido muito significativos nos últimos anos.

Com isto, não apenas as placas fotovoltaicas estão menores e mais adaptáveis aos mais diversos tipos de espaços, como também, do ponto de vista econômico, seus valores têm sido mais acessíveis.

Mesmo assim ainda é custoso para uma família de classe média ou um pequeno comércio investir nesta matriz energética, mesmo entendendo que ele se paga com o tempo e que, de quebra, ainda há o benefício ambiental.

A boa e mais recente notícia é que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, irá permitir que pessoas físicas possam financiar até 80% do custo de instalação de energia solar.

Esta possibilidade se dá em razão da existência do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, que tem como objetivo o financiamento de projetos, estudos e empreendimentos que possam reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Olhando para o futuro sabemos que temos muito o que caminhar, mas, para mim, que há trinta anos, em manifestações antinucleares falava sobre a energia solar como uma alternativa utópica, vejo com muito otimismo os avanços conseguidos até o momento.

Que mais avanços venham no campo das energias renováveis!

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