Por Gabriel Bitencourt

Até outubro de 2018 a cidade de Londres deverá ser alimentada com energia elétrica, exclusivamente, a partir de matrizes energéticas renováveis.

Para tanto serão instalados painéis solares nos edifícios da cidade, além de projetos de aproveitamento da energia eólica.

Este plano faz parte da intenção da cidade de cumprir as metas nacionais e aquelas estabelecidas pelo Acordo de Paris, celebrado entre 195 países e que tem o objetivo de minimizar as consequências das alterações climáticas.

Os avanços das tecnologias relacionadas com o aproveitamento da energia dos ventos e do sol têm possibilitado uma significativa gama de investimentos públicos e privados nestas fontes de energia.

No Brasil, o uso da energia solar fotovoltaica, ainda que incipiente se comparado com outros países, vem crescendo consideravelmente desde a regulamentação para a conexão e compensação da produção na rede de energia elétrica.

Em 2016, o crescimento com relação ao ano anterior foi de 270% e a projeção é de que neste ano haja um aumento de 325%, com investimentos da ordem 4,5 bilhões de reais até o final do período.

Até janeiro deste ano, o país contabilizava, aproximadamente, 21 mil sistemas fotovoltaicos instalados e a previsão é que cheguemos em 2024 com cerca de 900 mil sistemas de energia solar instalados.

Segundo projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, em 2030, o Brasil poderá figurar no ranking dos cinco primeiros países em potência anual instalada, hoje representado pela China, Japão, Alemanha, estado Unidos e Itália.

Vale destacar o vigoroso aumento da energia eólica que saltou de 22 MW (megawatts) de eletricidade produzidos em 2003, para 602 MW em 2009, com expectativa de elevação para 13 GW até o final deste ano.

Este é um futuro sem volta!